Geral

No segundo cruzamento do Caminho do Itupava com a ferrovia foi construído, em madeira, o escritório da Comissão Construtora sobre uma elevação imediatamente abaixo da terrível passagem do Cadeado, que dali desfrutava uma vista privilegiada da serra e das obras em andamento.

No refeitório foram recepcionados a Princesa Izabel com o Conde D’Eu em dezembro de 1884 e todos os convidados da viagem inaugural de 2 de fevereiro de 1885. Também aí desembarcou em 20 de maio de 1894 a comitiva de sepultamento aos mortos na chacina do Km 65, ápice da Revolução Federalista no Paraná. Foi nesta época uma parada de serviço com posto de vigia sobre o trecho mais perigoso da serra, mantendo um pluviômetro para monitorar as chuvas na região.

Tornou-se um dos locais favoritos do pintor Alfredo Andersen que o eternizou em suas telas. Na década de 1960 foi demolida e o Engenheiro Raphael Semchechem construiu sobre suas fundações o atual mirante e a curiosa capela de Nossa Senhora do Cadeado, inaugurada com uma missa em 5 de fevereiro de 1965.

Passagem do Cadeado

Até 1770 o Caminho do Itupava só permitia a passagem de homens carregando fardos às costas e quando as coroas portuguesa e espanhola voltaram a separar-se, recomeçaram também os atritos na fronteira entre as colônias do sul e foi então designado o Ten. Cel. Afonso Botelho de São Paio e Souza para fortificar a costa e ocupar os sertões de Tibagi até as barrancas do Rio Paraná. Nascem assim a passagem do Cadeado e a fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres na Ilha do Mel.

O Cap. Antonio Francisco, morador de Paranaguá, recebeu a incumbência de recuperar o caminho, mas percebendo a dificuldade de conduzir as tropas militares e o armamento pesado pelas barrancas do Rio Ipiranga traçou um atalho enfrentando diretamente a vertente da montanha. Com sucessivas explosões de pólvora mandou cavar uma vala curva, lembrando a argola dos antigos cadeados, na grande pedreira a beira do precipício.

O local tornou-se temido por gerações, mas a obra além de possibilitar o imediato trânsito das tropas militares e seus canhões, também liberou a passagem para os animais de carga percorrerem toda a extensão da estrada.

As tropas do Ten. Cel. São Paio foram emboscadas e trucidadas pelos índios nos sertões de Guarapuava.

Fonte: caminhodoitupava.com.br

Atrações

Calçamento original do séc. XVII, Floresta Atlântica, Fauna e Flora local, rios e riachos, Cascatas, Santuário de Nossa Senhora do Cadeado, Ferrovia Paranaguá / Curitiba e Parque Estadual Marumbi.

Localização

Parque Estadual Pico do Marumbi

Nível de Dificuldade

Moderado

O Que Levar?

Calçados reforçados e confortáveis, mochila individual, roupas leves e confortáveis, anorak ou capa de chuva, lanterna com pilhas reservas, roupa extra, protetor solar, chapéu ou boné, repelente para insetos, máquina fotográfica, lanche reforçado

O Que Está Incluído?

Transporte a partir de Morretes, condutor local habilitado e seguro aventura.

Infra-Estrutura

Não há.

Idade Mínima

06 anos

Datas disponíveis

Este é um roteiro diário.

Grupo Tarifas
Min. Pessoas Máx. Pessoas Guia Bilíngue Válido Até Adultos Crianças
22não30.11.2017R$ 130.00R$ 80.00
340não30.11.2017R$ 90.00R$ 55.00
22sim30.11.2017R$ 180.00R$ 110.00
340sim30.11.2017R$ 120.00R$ 70.00
Informações tarifárias para este roteiro.



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